quarta-feira, 29 de abril de 2009
Setembro em Munique
sábado, 25 de abril de 2009
Almodôvar e Idade Média
A vila de Aljezur, vista do castelo homônimoquarta-feira, 15 de abril de 2009
Faces de Eva
terça-feira, 14 de abril de 2009
Coimbra de Pedro e Inês
Com as alunas da ESEC
sábado, 11 de abril de 2009
Paris - alguma notícia

domingo, 29 de março de 2009
Praga: a mais linda do mundo!

Realmente Praga pode ser considerada uma das cidades mais lindas do mundo. Estou aqui há alguns dias. Fascinada. A beleza arquitetônica e a natural são de tirar o folêgo. E ainda tem o U Fleku, a cervejaria mais antiga do mundo, fundada em 1499. Tem razão o amigo Gustavo Bernardo, que deu a dica de ficar no hotel ao lado dela. A cerveja preta deles é inigualável. Ratifico a dica. Amanhã sigo para Paris para dar início ao pós-doutorado.sábado, 28 de março de 2009
Feira de Bologna 2009
Ilustração em livro coreano
Painel na entrada da Feira de Bologna com letras de vários alfabetos
Exposição de manhwas coreanos na Piazza Magiore em Bologna
Tenho comigo um material ótimo, mas não dá para colocar no blog agora. Estou em Praga e bastante ocupada. Tão logo possa, dou sequencia.
segunda-feira, 16 de março de 2009
História dos bairros cariocas
Foto Carlos VieiraPara conhecer um pouco da história dos bairros do Rio de Janeiro, inclusive a origem dos nomes, é só clicar.
Abolição
Acari
Água Santa
Alto da Boa Vista
Anchieta
Andaraí
Anil
Bancários
Bangu
Barra da Tijuca
Barra de Guaratiba
Barros Filho
Benfica
Bento Ribeiro
Bonsucesso
Botafogo
Brás de Pina
Cachambi
Cacuia
Caju
Camorim
Campinho
Campo dos Afonsos
Campo Grande
Cascadura
Catete
Catumbi
Cavalcanti
Centro
Cidade de Deus
Cidade Nova
Cidade Universitária
Cocotá
Coelho Neto
Colégio
Complexo do Alemão
Copacabana
Cordovil
Cosme Velho
Cosmos
Costa Barros
Curicica
Del Castilho
Deodoro
Encantado
Engenheiro Leal
Engenho da Rainha
Engenho de Dentro
Engenho Novo
Estácio
Flamengo
Freguesia (Ilha do Governador)
Freguesia (Jacarepaguá)
Galeão
Gamboa
Gardênia Azul
Gávea
Glória
Grajaú
Grumari
Guadalupe
Guaratiba
Higienópolis
Honório Gurgel
Humaitá
Inhaúma
Inhoaíba
Ipanema
Irajá
Itanhangá
Jacaré
Jacarepaguá
Jacarezinho
Jardim América
Jardim Botânico
Jardim Carioca
Jardim Guanabara
Jardim Sulacap
Joá
Lagoa
Laranjeiras
Leblon
Leme
Lins de Vasconcelos
Madureira
Magalhães Bastos
Mangueira
Manguinhos
Maracanã
Maré
Marechal Hermes
Maria da Graça
Méier
Moneró
Olaria
Oswaldo Cruz
Paciência
Padre Miguel
Paquetá
Parada de Lucas
Parque Anchieta
Parque Columbia
Pavuna
Pechincha
Pedra de Guaratiba
Penha
Penha Circular
Piedade
Pilares
Pitangueiras
Portuguesa
Praça da Bandeira
Praça Seca
Praia da Bandeira
Quintino Bocaiúva
Ramos
Realengo
Recreio dos Bandeirantes
Riachuelo
Ribeira
Ricardo de Albuquerque
Rio Comprido
Rocha
Rocha Miranda
Rocinha
Sampaio
Santa Cruz
Santa Teresa
Santíssimo
Santo Cristo
São Conrado
São Cristóvão
São Francisco Xavier
Saúde
Senador Camará
Senador Vasconcelos
Sepetiba
Tanque
Taquara
Tauá
Tijuca
Todos os Santos
Tomás Coelho
Turiaçu
Urca
Vargem Grande
Vargem Pequena
Vasco da Gama
Vaz Lobo
Vicente de Carvalho
Vidigal
Vigário Geral
Vila Cosmos
Vila da Penha
Vila Isabel
Vila Militar
Vila Valqueire
Vista Alegre
Zumbi
E-mail enviado por André Conforte.
domingo, 15 de março de 2009
O suspense de Amélie Nothomb
Termino a leitura do bom suspense Mercure de Amélie Nothomb. Em linhas gerais, bem gerais, trata-se da história de uma enfermeira a quem é confiada a missão de cuidar de uma jovem que mora numa ilha deserta com um senhor. Aos poucos, a enfermeira percebe que há alguma coisa muito estranha ali e começa a investigar. Não conto mais, para não atrapalhar a possivel leitura que alguém queira fazer. Num trabalho tecnicamente primoroso, a autora abre o livro com uma narrativa em primeira pessoa, sob a forma de diário (da personagem Hazel, "prisioneira" do velho senhor), e a partir daí, com pouquíssimas incursões em terceira pessoa, utiliza o recurso da técnica teatral, em que o narrador desaparece por detrás da fala dos personagens. Esse recurso, além de acelarar a narrativa e facilitar o suspense, permite que o leitor tenha uma visão de variados ângulos dos personagens. Na narrativa em primeira pessoa, como sabemos, ficamos com o olhar limitado pelo de quem narra, mas na profusão dos diálogos podemos perceber o que essa fala oculta. Isso é muito interessante do ponto de vista técnico. Até certo momento do texto, por exemplo, temos uma visão da enfermeira dada por ela mesma, mas, pela fala do velho senhor, podemos perceber aspectos ocultos do comportamento dela, que não nos seria possivel acessar.
sábado, 14 de março de 2009
O talento de Cristina
sexta-feira, 13 de março de 2009
Último prazo
A Embaixada dos Estados Unidos recebe propostas em inglês para um projeto que resulte na redução de fontes terrestres de poluição marinha, causadas por produtos agrícolas, nos córregos e rios brasileiros. Serão concedidos US$ 75 mil ao melhor projeto, que será implantado no Estado do Mato Grosso ou em outro polo de intensa atividade agrícola nos estados brasileiros. Encerramento das inscrições: 31/03/2009quinta-feira, 12 de março de 2009
Cinco vezes Adriana




quarta-feira, 11 de março de 2009
II LIHED
Será no dia 11 de maio, na Biblioteca Nacional, do Rio de Janeiro, a abertura do II LIHED, Seminário Brasileiro Livro e História Editorial para todos os que estudam, pesquisam e trabalham no campo do livro, da leitura e da história editorial.terça-feira, 10 de março de 2009
A história do "cerca Lourenço"
Desde pequena ouço uma expressão curiosa, e que nunca havia entendido até hoje, que me deixava intrigada. Era o tal do “cerca Lourenço” utilizado toda vez que alguém ficava de enrolação. Pois é, o que eu nunca poderia imaginar é que viria conhecer o neto do Lourenço, um “nerd” que é responsável pelo bom funcionamento de meus computadores e professor de minhas angústias informáticas. A história de seu avô me fascinou.Parece que na época, os jogos de azar estavam proibidos. Os cassinos foram fechados e segundo o Gilaberte neto, a turma se refugiou no que então ainda não tinha o nome oficial de "jogo do bicho". Pois bem, o Lourenço virou o dono da banca, quer dizer “banqueiro”, e o “negócio” prosperou muito, ao contrário da fábrica que ia mal das pernas.
Bem, não precisa dizer que o cerco policial foi intenso, mas nunca, nunquinha, conseguiram prender o Lourenço. A polícia chegava e gritava “cerca o Lourenço!”, que muito espertamente saía correndo em direção a um açougue que tinha uma porta falsa dentro do frigorífico, dando acesso a uma vila por onde ele fugia.
Hoje convivo com esse “nerd” incrível, Carlos Gilaberte, que seria a última pessoa do mundo para quem alguém diria “cerca Lourenço!”.
domingo, 8 de março de 2009
L'Africain

Num dia de mulher
segunda-feira, 2 de março de 2009
White Ravens 2009

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Retorno e trabalho
Depois de uma pausa de fuga ao carnaval (moro no Leme cercada pela "Banda do Leme", "Meu bem eu volto já" e "Peru Sadio") encontro um mundaréu de tarefas esperando. Uma delas é preparar a arguição da dissertação de mestrado de Almir Ribeiro Miguel sobre "Coesão e coerência textual em dissertação: influência da oralidade". A defesa será no dia 11/03, às 14h, na UERJ. É aberta ao público. Quem desejar assistir, será no miniauditório no Bloco F, 11° andar, em frente à secretaria da pós-graduação.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Fadas contra a crise
Fadas contra a criseAntonio Gonçalves Filho
Ilustração de livro infantil deixou de ser coisa de criança. Entusiasmados com a demanda das editoras de olho nas compras governamentais de livros paradidáticos- que, a exemplo da Companhia das Letras e Cosac Naify, criaram selos especiais para o público infanto-juvenil - ilustradores se articulam para vender o produto de seu trabalho de forma mais organizada. Quem sai ganhando com a profissionalização é o leitor.
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Um encontro imperdível

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Dica prática para conversão de textos nas novas regras ortográficas
http://ramonpage.com/ortografa/
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
COLL - TOP OF QUALITY
Confesso que foi uma boa surpresa. A COLL - Consultoria de Língua Portuguesa e Literatura - fundada e dirigida por mim há 14 anos, juntamente com meu marido, Helênio, que é professor de Língua Portuguesa da UERJ e responsável por todo o trabalho de Português da COLL, recebeu o Prêmio "TOP OF QUALITY 2008".domingo, 8 de fevereiro de 2009
sábado, 7 de fevereiro de 2009
As últimas cerejas
Este texto foi enviado por minha amiga Alice Vieira.quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Os da minha rua

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
A cara do Rio
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
E por falar em Paris, uma dica...
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Notícia boa
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Mais notícia triste
Notícia triste
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Em bom português: estamos lascados
Reproduzo o texto da Míriam Leitão.
O ajuste já era esperado, mas não alguns dos cortes anunciados. O governo tinha superestimado o crescimento da economia. Com base neste crescimento fictício, previu um aumento da receita. Agora está cortando esse vento que não virá. O governo cortou investimento. Bloqueou 30% do total no chamado corte preventivo. O que ficou foram as obras do PAC, que fazem parte da propaganda do governo.
Mas o mais preocupante é que ao cortar, o Executivo escolheu áreas erradas. Reduziu a verba para ciência e tecnologia, setor onde o mundo hoje tem aumentado o investimento, exatamente como uma das armas para sair da crise, com inovação. Cortou 79% o orçamento do ministério do Meio Ambiente que já vive com pouco.
Apesar disso manteve os concursos, as contratações de mais funcionários, a existência do número extravagante de ministérios, 37. Ou seja, o governo errou quando previu um crescimento da receita em ano de crise, e erra agora na escolha de onde cortar.
As previsões sobre o desempenho das economias mais ricas têm sido revistas sempre para baixo nos últimos tempos. Agora se fala em queda de 2% na economia americana este ano, 4% no Japão, e de 2% a 3% na Europa. É uma devastação.
Hoje ninguém mais acredita que os emergentes salvarão o mundo. O Brasil está crescendo menos, a China está em forte desaceleração e se crescer 6% vai significar um enorme freio para quem vinha a 13%. Rússia está em crise e Índia está crescendo menos. Os dados são péssimos.
Mas o que o fórum de sábios econômicos, que se reúne todos os anos no mesmo lugar onde foi ambientado o famoso romance “Montanha Mágica”, de Thomas Mann, precisa explicar é a mágica que impediu que eles ouvissem os alertas de quem previu esta crise há dois anos. Naquela época eles riram de quem avisou que haveria uma grande recessão.
O presidente Lula estimula o consumo. Mas o governo anunciou uma medida que pode elevar preços e provocou chiadeira entre os empresários. Chama-se licença prévia de importação.
O governo tomou uma decisão absurda ao exigir essa licença de importação de três mil produtos. É quase 60% do que o Brasil importa. Ontem, empresários foram até Brasília mostrar o erro da medida. Quem produz para o mercado interno também importa. Quem exporta também precisa de produtos importados. Isso pode afetar toda a produção brasileira. Em um momento como esse, isso pode gerar inflação.
Ontem, o presidente da Associação da Indústria Automobilística (Anfavea) desabafou: era só o que faltava, neste momento, ter mais uma dificuldade de produção. O vice-presidente da Associação dos Exportadores Brasileiros, José Augusto de Castro, disse que é uma volta aos anos 1970 e 1980, a época da reserva de mercado.
Detalhe: o Brasil pode sofrer represália dos parceiros porque este tipo de barreira protecionista pode ser imposta contra o Brasil também. O governo está fazendo isso porque está assustado com o déficit comercial de janeiro - que já passou de US$ 800 milhões. Mas o tiro pode sair pela culatra.
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Elefante e chave: viagens
Tirei uns dias para descansar. Exatos sete dias. Fui para meu refúgio. Na bagagem, A viagem do elefante, do Saramago e A chave de casa de Tatiana Salem Levy. Revi meu jardim e minha rede de esparramar preguiça. E foi nela que pude fazer essas boas leituras.
Textos de estilos e técnicas completamente diferentes. Saramago, com a pontuação que eu ouço quando leio, leva por uma divertida e absurda viagem/presente do rei D. João III, um elefante Salomão e depois Solimão, a ser dado ao arquiduque austríaco Maximiliano II. Todo o tempo, procurando manter o controle sobre o leitor, Saramago se porta como um ourives a aperfeiçoar seu campo de trabalho. O resultado é precioso.
O texto da Tatiana Salem Levy, finalista do Prêmio Jabuti e agraciado com Prêmio São Paulo de Literatura para autor estreante, é intenso e bem estruturado. Numa espécie de resgate de sua história e da de sua família, ela leva o leitor a percorrer, junto, uma emocionada viagem de reencontro.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
O drama dos tremas...
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Dois olhos e uma boca
Um dia pensei um poema para Maysa
“Maysa não é isso
Maysa não é aquilo
Como é então que Maysa me comove me sacode me buleversa me hipnotiza?
Muito simplesmente
Maysa não é isso mas Maysa tem aquilo
Maysa não é aquilo mas Maysa tem isto
Os olhos de Maysa são dois não sei quê dois não sei como diga dois Oceanos Não-Pacíficos
A boca de Maysa é isto isso e aquilo
Quem fala mais em Maysa a boca ou os olhos?
Os olhos e a boca de Maysa se entendem os olhos dizem uma coisa e a boca de Maysa se condói se contrai se contorce como a ostra viva em que se pingou uma gota de limão
A boca de Maysa escanteia e os olhos de Maysa ficam sérios
meu Deus como os olhos de Maysa podem ser sérios e como a boca de Maysa pode ser amarga!
Boca da noite (mas de repente alvorece num sorriso infantil inefável)”
Cacei imagens delirantes
Maysa podia não gostar
Cassei o poema.
Maysa reapareceu depois de longa ausência
Maysa emagreceu
Está melhor assim?
Nem melhor nem pior
Maysa não é um corpo
Maysa são dois olhos e uma boca
Essa é a Maysa da televisão
A Maysa que canta
A outra eu não conheço não
Não conheço de todo
Mas mando um beijo para ela.
Manuel Bandeira in “Estrela da Vida Inteira”, 3ª edição, Livraria José Olympio Editora, 1973.
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
ALARCÃO
http://alarchronicles.blogspot.com/2008/12/seu-primeiro-presente-de-2009.html
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
sábado, 3 de janeiro de 2009
As pessoas sensíveis
De matar galinhas
Porém são capazes
De comer galinhas
O dinheiro cheira a pobre e cheira
À roupa do seu corpo
Aquela roupa
Que depois da chuva secou sobre o corpo
Porque não tinham outra
Porque cheira a pobre cheira
A roupa
Que depois do suor não foi lavada
Porque não tinham outra.
«Ganharás o pão com o suor do teu rosto»
Assim nos foi imposto
E não:
«Com o suor dos outros ganharás o pão»
Ó vendilhões do templo
Ó construtores
Das grandes estátuas balofas e pesadas
Ó cheiros de devoção e de proveito
Perdoai-lhes Senhor
Porque eles sabem o que fazem.
Sophia de Mello Breyner Andresen
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Réveillon em Copa
Contrariando as previsões, faz um lindo dia de sol aqui no Rio. Moro no Leme e desde cedo está o maior movimento, seguindo a rotina de todo réveillon, a saber: Logo cedo o reboque da prefeitura começa a tirar os carros da rua. Os vendedores de flores chegam sempre na véspera e é um tal de palma de Santa Rita, galho de arruda, rosa vermelha, branca, rosa ... e um buzinaço por vezes ensurdecedor. Aí já é por conta dos enlouquecidos guardas de trânsito, que precisam organizar a passagem da multidão e carros, com o mínimo de estrago possível. Ônibus que nunca vi antes passam pela minha rua, que é estreita e calma, contribuindo grandemente para o caos. O supermercado Zona Sul, faz juz ao nome. Parece o último dia de comida da terra. Todos compram tudo num frenesi contínuo e desarticulado. A padaria e o mercadinho Sampaio, normalmente ilhas de tranquilidade, parece que vão explodir a qualquer momento jorrando gente para todo lado. E os camelôs? Um caso a parte. Vendedores de branco de última hora: túnicas, vestidos, cuecas, camisetas com a estampa 2009 em prateado, arquinhos luminosos para o cabelo... tem de tudo, freguês...terça-feira, 30 de dezembro de 2008
Iluminadas!
Para ter sucesso neste mundo não basta ser estúpido, é preciso também ter boas maneiras.
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
Le Clézio e Debussy
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Sarkozy e a ortografia
Orthographe, tu me tues, et tu meurs avec moi
par Nicolas Germain, Webmaster
08.12.08
Lyon, un lycée, rencontre des parents avec les professeurs. Les enseignants se succèdent en ordre parfait, les sciences dures d'abord, priorité de l'éducation nationale depuis quelques décennies, les molles ensuite, puis les disciplines d'éveil enfin, je veux dire le français et les langues. Pourtant, chaque nouvelle intervention enfonce un peu plus l'assistance dans la torpeur. Ça ne ronfle pas encore, mais ça devrait à force de discours usés, peu mieux faire, classe agréable mais peu travailleuse, faut se ressaisir... Soudain, un mot tinte à l'oreille de l'assemblée : orthographe. Je ne sais plus qui l'a prononcé, un parent, un prof, peu importe, les deux mondes parlent à l'unisson et se serrent la main au moindre poncif à reluire. Et voilà que la classe toute sage s'anime drôlement.
Les accusations fusent, halte aux textos, mort aux jeux vidéo, la faute à la société de l'image. Les index menaçants voltigent et battent la mesure d'une discussion devenue vive au son du clairon. Voilà papa, maman et le prof au garde-à-vous devant l'orthographe, le Bescherelle de la conjugaison sous la main en place de bible. Au loin le canon tonne, c'est la guerre, les règles de grammaire et leurs cohortes d'exceptions prêtes à envahir le cerveau de nos chers enfants. L'heure est grave, ils ne savent plus écrire.
J'ignore si le mot orthographe déclenche le même effet chez les anglais, ou les espagnols. Un ami brésilien me dit un jour : "Vous les français, quand on vous demande un renseignement dans la rue, vous commencez par corriger la question avant de répondre." Oui, je crois aussi que les français ont une relation douloureuse avec leur langue et son orthographe. Il faut bien dire que cette dernière n'a pas évolué, à quelques réformettes près, depuis le début du XIXème siècle. Notre orthographe est celle de Victor Hugo.
Nous pourrions nous en enorgueillir. Seulement, est-il acceptable qu'une société fige ainsi la forme écrite de sa langue alors que sa forme orale s'adapte comme il convient au fil du temps ? D'autant que ces dernières années, l'Internet a réhabilité l'usage de l'écrit que l'on croyait dépassé par la télévision et le téléphone. De nos jours, n'importe quel adolescent tient son blog, participe à des forums de discussion, ou chatte. L'ado moderne écrit plus qu'il ne parle.
Les conservatismes sont féroces. Le Petit Robert, dictionnaire qu'on ne présente plus, entretient le scandale par son édition 2009, laquelle propose deux orthographes différentes de mots pourtant réformés depuis 1990. Le combat pour une orthographe conservée dans la naphtaline n'est donc pas - seulement - un combat anti-ado.
À la complexité de l'orthographe française, ou plutôt son absence d'homogénéité, se rajoute un manque chronique de temps à son (ré-)apprentissage. Beaucoup de gens renoncent à utiliser un mode, un temps ou un mot ne sachant pas ou plus l'écrire, et par crainte de la faute d'orthographe, désastreuse, capable à elle seule de transformer une prose limpide en torrent de boue.
Heureusement, les ados d'aujourd'hui se montrent moins complexés que leurs aînés, une chance pour notre langue. Les textos, par leur nécessaire concision rendent un service inestimable à notre société. L'usage du texto dépénalise l'usage du français. Rien de moins. Naturellement, les messages véhiculés ainsi ne dépassent pas le stade du grognement préhistorique. Soit. Il s'agit d'une ouverture, d'une prise de conscience, d'un début ouvert sur des horizons moins culpabilisateurs.
Je milite pour une réforme rapide et profonde de l'orthographe. Car l'orthographe, celle-là même qui n'existe plus et que nous apprenons encore, nous fait du mal et nous tue. Le français s'enrobe peu à peu d'une cire mortifère. À ne pas l'admettre, nous finirons tous au musée Grévin. Dans quelle langue seront rédigées les notices?
par Vincent Métivier, Etudiant
10.12.08
Je souhaite réagir à la chronique de M. Nicolas Germain, publiée le 08/12/08 et intitulée "Orthographe, tu me tues, et tu meurs avec moi". L'opinion qu'il exprime me paraît révélatrice d’une tendance générale à la glorification d’une pseudo évolution de la langue française, encourageant ainsi son inexorable appauvrissement. "Appauvrissement", le mot est faible, "dégénérescence" voire "agonie" seraient plus justes, tant les phénomènes qui concourent à sa ruine - avec succès - ont des effets violents.
Tout cela me donne de l'eczéma, mais non, pardon, il faut maintenant écrire "exéma" ! Faut-il alors en rire ou en pleurer ?











