quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Portal Leitura Crítica
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Transbordamentos da Estética Contemporânea
1º Simpósio Internacional de Estudos Estéticos: Transbordamento da Estética Contemporânea
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Bartô em Glória!
Antonin Artaud em Leituras Teatrais
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Entrevista
1. Ieda Oliveira é ficcionista, compositora e professora/investigadora. É fácil conciliar a sua vida de criadora com a sua actividade académica?
R: Acho que sim. Para mim são atividades complementares.
2. Revê-se sobretudo no seu papel de escritora ou no de professora e investigadora?
R: Não sei se no papel. Diria: respirando, existindo como escritora, que tomou de assalto o espaço reservado à professora. Em mim a pesquisa direciona a intuição, alucinada, para a observação calma do fenômeno. Passado o tempo de análise, ela se desloca para o imponderável espaço da criação.
3. Como lida com a palavra enquanto criadora?
R: Como desafio. Como um jogo de vida e morte, em que é preciso arriscar o sentido, mesmo sabendo-o fugidio. Como um exercício contínuo de paciência e paixão.
4. Como surgiu esse seu interesse pela Literatura Infantil?
R: Foi após o convite para musicar um livro infantil. À medida que compunha as músicas, ia envolvendo-me mais e mais com esse universo. Não foi uma coisa premeditada, foi acontecida.
5. A música é uma paixão que completa a sua actividade enquanto ficcionista?
R: Sem dúvida. Ela vai aonde a palavra não chega. É um espaço de quase libertinagem.
6. Foi responsável pela organização do livro O que é Qualidade em Literatura Infantil e Juvenil: com a Palavra o Escritor (Ed. Difusão Cultural do Livro – DCL, 2005). Quais os aspectos que determinam a qualidade num livro de Literatura Infanto-Juvenil?
R: Penso que alguns fatores são vitais para uma literatura infantil de qualidade. O primeiro deles é a consciência de que se está produzindo literatura, o que significa que o livro infantil não é espaço para se ditarem, simuladamente, normas de conduta para crianças ou jovens. Acredito que é de vital importância estimular a fantasia do leitor, não só pela paixão que daí advirá pela leitura, mas também porque, seguramente, estar-se-á contribuindo para o surgimento de um áugure, alguém capaz de, ao pousar o olhar sobre as coisas, inaugurar sentidos. É função de uma literatura infantil que se quer de qualidade ser clara e bela. É preciso que o léxico e a sintaxe empregados sejam acessíveis ao pequeno leitor. Metáforas sofisticadas cuja compreensão lhes escape perdem a função. Escrever um texto criativo, de grande qualidade estética e legível ao olhar de seu leitor é o desafio do escritor de literatura infantil e juvenil.
7. Na sua dissertação de doutoramento abordou a questão do contrato de comunicação na Literatura Infantil e Juvenil (O Contrato de Comunicação da Literatura Infantil e Juvenil, Ed. Nova Fronteira, 2003). De que modo o discurso é condicionado neste género de literatura?
R: Em minha tese de doutorado, orientada pela Professora Doutora Nelly Novaes Coelho e defendida na Universidade Estado de São Paulo (USP) em 2003, levanto a seguinte questão: Quem é o leitor do livro infantil? O mais óbvio e típico é a criança, mas o processo de produção e fruição desse tipo de literatura passa necessariamente por no mínimo três categorias de adultos: os críticos, os adultos da família (pais, avós e outros) e os professores. No Brasil, pelo menos, a aprovação da obra infantil pelo professorado desempenha papel importante, às vezes decisivo, no processo que leva ao sucesso ou insucesso de uma obra desse gênero. O desafio do escritor que se dedica a ele, portanto, consiste em, se possível, “agradar” a todos esses leitores potenciais, principalmente à criança, o que por si já molda em grande parte o contrato de comunicação desse gênero, em cuja produção temos de nos movimentar num espaço “apertado”, ou seja (para usar o termo adotado por Charaudeau), numa margem de manobra estreita.
8. Actualmente organiza um livro intitulado O que é qualidade em Literatura Infantil e Juvenil – com a Palavra o Educador. Qual o papel da Literatura e da Leitura na Educação?
R: Leitura e literatura andam de mãos dadas com a educação, no sentido etimológico do termo. Como é sabido, o verbo educar significa etimologicamente “trazer para fora”, ou seja, despertar conteúdos que já existem de forma potencial na mente do estudante. Nesse sentido, a leitura de uma obra literária educa, ao permitir que o leitor tenha sua visão de mundo apurada e ampliada.
9. Em que medida a Literatura Infanto-Juvenil se revela fundamental na descoberta e formação da identidade da criança e do jovem?
R: Penso que a literatura, oferecendo múltiplos olhares sobre o mundo, estimula a fantasia e o desejo de descoberta.
10. A ilustração nos livros de Literatura Infantil e Juvenil é tão importante como o texto apresentado. No entanto, nem sempre se dá a devida atenção a esta arte. A Ieda organizou o livro O que é Qualidade em Ilustração no Livro Infantil e Juvenil: com a Palavra o Ilustrador (Ed. Difusão Cultural do Livro – DCL, 2008), colaborando com ilustradores portugueses, Teresa Lima, João Vaz e Gémeo Luís. Como se chega a uma narrativa da imagem?
R: Não sei exatamente a importância que é dada aos ilustradores em Portugal, posso falar do que constato no Brasil. A presença do ilustrador, dependendo da faixa etária a que o livro se destine, é de vital importância. O bom ilustrador sempre dialoga com o texto e o enriquece com novas possibilidades de leitura. A ilustradora brasileira Ciça Fittipaldi, em seu artigo nesse livro, diz que “toda imagem tem alguma história para contar. Essa é a natureza narrativa da imagem. Suas figurações e até mesmo formas abstratas abrem espaço para o pensamento elaborar, fabular e fantasiar”. Pois é, nada melhor que ouvir a voz do ilustrador, não?
11. A correspondência entre texto e imagem é essencial para uma qualidade estética da Literatura Infantil e Juvenil?
R: Sim, mas, sabendo que são dois olhares e duas expressões distintas. O ilustrador não é um reduplicador pela imagem do texto que ilustra. É um criador que expressa o texto por meio de seu olhar, em completa liberdade.
12. A Ieda está interessada numa visão global da Literatura Infanto-Juvenil, designadamente, de expressão portuguesa. Tem produzido muito no Brasil, tem colaborado com escritores portugueses, por exemplo, Alice Vieira, e escritores angolanos, como é o caso de Maria Celestina Fernandes. Que relações estabelece entre estas três realidades (Brasil, Portugal e África) tão diferentes entre si? Que aspectos a surpreenderam?
R: Na realidade, a Alice Vieira, a Maria Celestina e outros inúmeros escritores é que têm generosamente contribuído com o nosso projeto, cujo objetivo é ajudar professores, agentes de leitura, estudiosos e interessados em literatura infantil e juvenil a compreender mais apuradamente essa produção destinada a crianças e jovens. Assim como participam escritores, ilustradores e educadores das mais variadas regiões do Brasil, para que se alcance uma visão a mais ampla possível, estendemos o olhar para Portugal e África. O que posso dizer é que o Brasil é Portugal e é África, e isso corre em nossas veias.
13. Quando começou o seu interesse pelo universo da Literatura Infanto-Juvenil em Portugal?
R: Em 1992, num curso de especialização em Literatura Infantil e Juvenil que fazia. Já havia lido textos de autores portugueses produzidos para crianças, mas, quando li Graças e Desgraças na Corte de El Rei Tadinho da Alice Vieira, fiquei fascinada e foi grande a motivação para ler mais da obra dela e de outros escritores portugueses.
14. Quais as diferenças entre o panorama da Literatura Infanto-Juvenil no Brasil e em Portugal?
R: No Brasil e em Portugal, hoje, temos uma literatura produzida por grandes autores e de altíssimo nivel. Prefiro não citar nomes para evitar omissões imperdoáveis.
15. Qual o papel dos contadores de histórias na divulgação desta Literatura?
R: Falo da minha experiência: Quando criança, e ainda não sabia ler, fui introduzida no mundo da literatura por uma babá que era uma exímia contadora de histórias. Sabia muitas e muitas histórias e encantava minha mente com reis, rainhas, princesas, bichos falantes e histórias de assombração. Não me lembro de uma noite sequer em que não tenha dormido sob encantamento. Quando ela se casou e foi embora, eu já sabia ler, e ocupou o seu lugar uma outra babá, a Sheherazade e suas “Mil e uma Noites”. Esse passado construiu a máquina de sonhar que me faz escrever. Devo isso a uma contadora de histórias.
16. Actualmente considera que há um interesse crescente na criação e divulgação da Literatura Infantil e Juvenil?
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Interrogação e Conexões
Amanhã e depois, no Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ, Av Pasteur, 250, Urca, acontece o II Conexões Itaú Cultural e o V Encontros de Interrogação. As atividades fazem parte do programa geral de literatura do Itaú Cultural. Participam pesquisadores estrangeiros e escritores brasileiros.
II Conexões Itaú Cultural - Programação
01.12 - terça-feira
9h30 - PESQUISAR A LITERATURA BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA – PADECER NO PARAÍSO?
O mapeamento da literatura brasileira no exterior revela que a maioria dos entrevistados trabalha com literatura brasileira contemporânea, especialmente a publicada a partir dos anos 80. Esta mesa discute as dificuldades práticas – e teóricas – enfrentadas pelos estudiosos da produção literária brasileira recente. Com HORST NITSCHACK, Leonardo Tonus, MILTON HATOUM, PEDRO MEIRA MONTEIRO - Mediação Beatriz Resende
11h30 - TRADUZINDO O BRASIL – LIMITES E POSSIBILIDADES
Os tradutores desempenham um papel essencial na difusão da literatura brasileira no exterior. O contraste entre a dinâmica do mercado editorial e as políticas públicas de apoio à tradução marcam a discussão sobre as dificuldades e o apoio que deveria ser prestado a esse trabalho. Com CLIFF LANDERS, MOACYR SCLIAR, Pal FErÉnc, RODOLFO MATA - Mediação Felipe Lindoso
02.12 - quarta-feira
9h30 - DESCOBRINDO O BRASIL – REVISTAS LITERÁRIAS
As revistas literárias têm um papel importante no estado da literatura brasileira. Não apenas são o veículo onde os estudiosos apresentam em primeira mão seus trabalhos, como também publicam traduções e promovem o intercâmbio entre os próprios pesquisadores. Com CARLOS PAULO MARTINEZ PEREIRO, DARLENE SADLIER, LEILA LEHNEN, PEDRO SERRA - Mediação Claudiney ferreira
11h30 - AS LEITURAS DA LITERATURA BRASILEIRA NO EXTERIOR
A publicação da literatura brasileira no exterior envolve um conjunto de atores. Em primeiro lugar, os autores. Mas sem os agentes literários e os editores o trabalho não chega às mãos dos seus destinatários finais, os leitores. Como se percebe, se lê e se vende literatura brasileira no exterior? Com CARMEN CORRAL, Lucia Riff, LUIZ RUFFATO, ROBERTO VECCHI - Mediação João Almino
Encontros de Interrogação - Programação
01.12 - terça-feira
15h30 - Criação Poética e Ficção da Inspiração ou O “poeta fingidor” de Fernando Pessoa é um artífice que, como queria Valéry, “transforma o leitor em inspirado”?
Que resposta se pode dar hoje à antiga e, por sua recorrência, sempre atual questão sobre a gênese do trabalho poético? Valores antagônicos como inspiração e labor textual podem ser estratégias que atendem às expectativas da crítica e dos leitores? Ao se expor em saraus e festas literárias, o poeta busca adicionar um valor testemunhal ao seu trabalho? com Frederico Barbosa, Marco Lucchesi e Micheliny Verunshk - mediador Wilberth Salgueiro
17h30 - Criação e Crítica Literária ou Existe literatura sem reflexão sobre os processos criativos consagrados pela tradição e pela tradição da ruptura?
O escritor contemporâneo cria pensando em sua inserção nos recortes desenhados pela crítica? Organizar antologias, escrever atendendo a parâmetros acadêmicos e publicar originais em revistas de criação e crítica seria uma forma de “controle da recepção” – e, no caso de escritores-críticos, de reivindicar modos de leitura de sua própria produção? com Altair Martins, Heloisa Buarque de Holanda e Ítalo Moriconi - mediação Claudia Nina
19h30 - Criação e Confissão ou Como a ficção transtorna a noção de documento, de registro biográfico e da própria história da literatura?
Em que momento o caráter memorialístico de contos e romances se transforma em imaginação? Existe ficção pura, sem enraizamento na história pessoal? E como esse enraizamento coincide com o enraizamento na história literária e suas rubricas (literatura gay, ficção pós-moderna, regionalismo, memorialismo)? Com Arnaldo Bloch, Ronaldo Correia de Brito e Silviano Santiago - Mediação Beatriz Resende
02.12 - quarta-feira
15h30 - Criação e Narrativa ou Como o enredo ficcional parte da experiência pessoal sem deixar de se afirmar como ficção?
O escritor decanta sua experiência na literatura ou escreve contra ela, num esforço de esquecimento que faz o triunfo da ficção? A vida dos outros e as vivências individuais determinam a invenção? O escritor “escolhe” acasos e percalços (pessoais, profissionais) que dêem lastro à ficção, que confiram ao texto a autoridade do vivido? Com Adriana Lisboa, Marçal Aquino e Michel Laub - Mediação Flávio Carneiro
17h30 - Criação e Edição ou A intervenção do editor sobre o manuscrito altera o estatuto do autor?
Como o editor edita? Os escritores modificam seus originais a partir do olhar crítico de seus editores? Que critérios (literários, mercadológicos) determinam tais intervenções? Existe paralelo entre o editor de livros e a figura, cada vez mais influente (e midiática), do curador de artes visuais? com Eduardo Coelho, Nelson de Oliveira e Paulo Roberto Pires - mediação Manuel da Costa Pinto
19h30 - Criação, Leitura e Autoria ou Como o escritor identifica tendências e problemas com as quais sintoniza sua literatura?
O escritor leva em conta a existência de questões e gêneros que estão na ordem do dia? Ao flertar com a literatura confessional ou com a literatura policial, o escritor aceita as regras do jogo ou as usa para burlar a expectativa do leitor? A opção por um gênero dilui a responsabilidade autoral ou desafia sua singularidade? com Cristovão Tezza, Ana Paula Maia e Ferréz - mediação Manuel da Costa Pinto
A entrada é franca.
As mesas serão transmitidas ao vivo nos endereços: http://www.forum.ufrj.br/ e http://www.itaucultural.org.br/
sábado, 28 de novembro de 2009
Leo...Leo...
Estávamos em Porto Alegre assistindo a palestra do patrono da Feira do Livro deste ano, o escritor Carlos Urbim, que ia, de maneira simples e emocionada, apresentando suas observações e percursos literários e, ao mesmo tempo, sem que eu pudesse controlar, minando minhas resistências. Eu, que sempre me esforço para não chorar em público, no que nunca sou bem sucedida, vi que, mais uma vez, não estava conseguindo conter a montoeira de água que ameaçava desabar me inundando inteira.
Timidamente comecei a represá-la com os dedos, desviando o curso dos lábios para um canto qualquer mais escondido do rosto, mas os olhos traiçoeiros iam se escarlatiando incontrolavelmente. Nos ruídos finais dos aplausos, levantei-me para tentar abraçar a alma do Carlos Urbim. Foi aí que me deparei com o Leo, vermelho, de olhos de alvorecer, cara inchada de criança que de não saber o que fazer com a alegria, simplesmente deixa que ela flua livremente alma afora. Falei, me amparando cúmplice, Leo, você também está chorando? e ele simples: é, eu sou assim, eu choro mesmo.
Pois é, esse é o meu querido amigo Leo, com quem aprendi o poder do mesmo.
Abaixo, um video para conhecer a superfície dele. Mais? leiam, leiam...
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Animação: O melhor curta metragem
domingo, 22 de novembro de 2009
Criança, a alma do negócio!
Por que meu filho sempre me pede um brinquedo novo? Por que minha filha quer mais uma boneca se ela já tem uma caixa cheia de bonecas? Por que meu filho acha que precisa de mais um tênis? Por que eu comprei maquiagem para minha filha se ela só tem cinco anos? Por que meu filho sofre tanto se ele não tem o último modelo de um celular? Por que eu não consigo dizer não? Ele pede, eu compro e mesmo assim meu filho sempre quer mais. De onde vem este desejo constante de consumo?
Este documentário reflete sobre estas questões e mostra como no Brasil a criança se tornou a alma do negócio para a publicidade. A indústria descobriu que é mais fácil convencer uma criança do que um adulto, então, as crianças são bombardeadas por propagandas que estimulam o consumo e que falam diretamente com elas. O resultado disso é devastador: crianças que, aos cinco anos, já vão à escola totalmente maquiadas e deixaram de brincar de correr por causa de seus saltos altos; que sabem as marcas de todos os celulares mas não sabem o que é uma minhoca; que reconhecem as marcas de todos os salgadinhos mas não sabem os nomes de frutas e legumas. Num jogo desigual e desumano, os anunciantes ficam com o lucro enquanto as crianças arcam com o prejuízo de sua infância encurtada. Contundente, ousado e real este documentário escancara a perplexidade deste cenário, convidando você a refletir sobre seu papel dentro dele e sobre o futuro da infância.
Direção: Estela Renner
Produção Executiva: Marcos Nisti
Maria Farinha Produções
http://www.alana.org.br/CriancaConsumo/Biblioteca.aspx?v=8&pid=40
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Consciência Negra
terça-feira, 17 de novembro de 2009
PROALFA - Ciclo de Estudos em Alfabetização
As inscrições podem ser feitas pelo e-mail proalfa.uerj@gmail.com , o curso é gratuito e oferece certificado.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Limonaire e Debate
A limonaire é uma caixa de música onde se insere um cartão em papel perfurado (o papel-música) e que origina sons que lembram os carrosséis de um parque de diversão.
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domingo, 8 de novembro de 2009
Revendo os amigos


domingo, 1 de novembro de 2009
Asterix faz 50 anos!
Um vídeo para comemorar.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Dia Nacional do Livro
C'est aussi l'anniversaire d'Oui Oui
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
LER É TUDO: PARTICIPE DESSA IDÉIA
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Mapa do tesouro
Excelente fonte de pesquisa é o Mapa do Brincar da Folha On Line."O Mapa do Brincar é uma iniciativa da Folhinha, suplemento infantil do jornal Folha de S.Paulo. Lançado em maio de 2009, o projeto convidou crianças de todo o país a contar quais são suas brincadeiras de hoje. Um dos objetivos era descobrir se há semelhanças e diferenças entre o brincar das várias regiões do país". Vale a pena visitar.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/treinamento/mapadobrincar/
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Conversa boa!
Clique em cima para ampliarquinta-feira, 8 de outubro de 2009
domingo, 4 de outubro de 2009
sábado, 3 de outubro de 2009
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
As fronteiras entre a literatura infanto-juvenil e a literatura adulta
OS PEQUENOS LIVROS DAS GRANDES COISASOs títulos infanto-juvenis crescem, mas não se dedicam só aos jovens.
Por Rosane Pavam.segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Vamos votar!!!
O filme O coração às vezes para de bater, de Maria Camargo, baseado no livro da Adriana Lisboa, está na mostra competitiva do Festival do Rio, valendo voto popular.O filme foi selecionado entre centenas de curtas para a competição do Festival do Rio 2009. Só tem fera!
SEG (5/10) 13:00 Odeon Petrobras - sessão popular
TER (6/10) 22:10 Est Vivo Gávea 3
Endereços e lotações: Odeon Petrobras – Praça Floriano 7, Cinelândia. Lotação: 586 lugares
Est Vivo Gávea 3 - Rua Marquês de São Vicente 52 – Gávea. Lotação: 91 lugares
As sessões citadas (exceto a de gala) são para público pagante, valendo voto popular.
A sessão dita como popular tem ingresso mais barato do que nos outros dias.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Bienal do Livro
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Bienal do Livro
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Arte em cada detalhe
Fico encantada com o silêncio de Tóquio, que parece vazia, apesar de uma população flutuante de quatro milhões de pessoas, além dos moradores. Outro aspecto que impressiona no Japão é o aproveitamento de cada espaço livre, com bom gosto. Uma amiga me enviou algumas fotos de uma plantação de arroz da província de Aomori em Inakadate. Plantando mudas de folhas de cores diferentes, o que poderia ser uma ação rotineira de plantar arroz, vira, nas mãos deles, uma obra de arte. As fotos abaixo são da safra de 2009.





segunda-feira, 24 de agosto de 2009
África e Africanidades

terça-feira, 18 de agosto de 2009
Ainda dia 20
A Banca examinadora é composta pelos professores doutores:
Carlos Alberto Figueiredo (orientador)
Carole Gubernikof (UNIRIO)
Eduardo Lakschevitz (UNIRIO)
Maya Suemi Lemos (UERJ)
Sara Cohen (UFRJ)
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Leitura em Debate: O leitor além dos muros escolares
Lançamento do Márcio
Mais um livro; mais uma encrenca, um abacaxi. Esse agora (oitavo) é de crônicas que escrevi para jornais, sites e revistas, mesmo sem eles saberem.
O lançamento é agora dia 20, quinta, a partir das 19hs, na livraria da Travessa de Ipanema (Visconde de Pirajá com Aníbal de Mendonça). Leve comida de casa ou vá comida (no melhor sentido que lhe aprouver) pois serão servidas só aquelas pastinhas, sabor indefinido, algo entre o atum e o presunto, ou vice-versa. Se está pensando em beber, toda a cautela pois o vinho branco que costuma ser oferecido no lugar é um severo teste para hepáticos. Melhor beber ali perto, cheio de bares ótimos. Então, você perguntaria que diabos fazer lá? Chato, né? Também não sei qual argumento usar. Como escrevi numa crônica (Os artistas da comiseração), sua força é tudo nessa hora. ?A Maconha está bêbada e outras crônicas? fala do melhor vício da vida, que é fazer e cultivar amigos. Capriche na desculpa, ou apareça.
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Agradeço a visita!
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Reflexões sobre o insólito
3 e 4 de novembro de 2009
Na UERJ – Instituto de Letras
Submissão de trabalhos e demais informações na página do evento:
http://www.sepel.uerj.br/eventos.html
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Don Hertzfeldt
É bom saber...
Em setembro acontece o Fórum de Estudos Linguísticos da UERJ.Maiores detalhes: http://www.pgletras.uerj.br/forum/2009/inscrcomtrab.php
O CaSePEL 6, dedicado à Literatura Infanto-Juvenil, já se encontra publicado on line: http://www.sepel.uerj.br/casepel.html
A IX edição do Seminário Nacional de Literatura, História e Memória, da UNIOESTE/Cascavel, este ano, realizar-se-á de modo interinstitucional, congregando, assim, o III Simpósio Gêneros Híbridos da Modernidade, da UNESP/Assis SP. Os eventos congregados realizar-se-ão nos dias 16 e 17 de setembro de 2009, no campus da UNESP de Assis/SP, tendo como tema comum a discussão: a literatura no cinema. Maiores detalhes no link abaixo.
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Pelas esquinas do Brasil...
Visitação: de 30 de julho a 31 de agosto de 2009
Horário de visitação: diariamente, das 9h às 21h
Endereço: SBS Quadra 4 Lote3/4, edifício anexo da Matriz da CAIXA
Universidade Federal do Rio Grande do Norte
I Colóquio Internacional Vozes – II Encontro em Artes Cênicas
16 a 26 de agosto de 2009
Rio de Janeiro
Tributo a Berlioz
Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ
Dia 10 de agosto, às 19h, no Salão Dourado do Palácio Universitário da Praia Vermelha
Av. Pasteur 250, segundo andar, Urca - Rio de Janeiro
Entrada Franca
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Letra Magna
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Clipe
Lançamentos
Na quinta-feira, dia 6, a partir das 19h é a vez da Luciana Sandroni lançar Joaquim e Maria (Companhia das Letrinhas)
Está disponível no Youtube o clipe do livro A Sereia e o Caçador de Borboletas de Adriana Lisboa com ilustrações do Rui de Oliveira.
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Alice Vieira - 30 anos de literatura
Minha vida tem episódios engraçados e insólitos. Um deles diz respeito à Alice Vieira. Estava eu, um belo dia, na UFRJ, isso lá pelos idos de 1992, quando a Elisabeth Vasconcelos falou da Alice Vieira. Fiquei bastante curiosa e encomendei alguns livros dela e um, entre os belíssimos textos, me tomou por completo: foi o hilariante Graças e Desgraças na Corte de El- Rei Tadinho. Naquele momento, determinei que queria fazer um estudo daquele texto e entrevistar a autora. Ninguém sabia muita coisa dela, apenas que morava em Portugal. Entrei em contato com o Editorial Caminho, por onde ela publicava, mas sem resultado. Passado algum tempo, conversando com um amigo português, contei que queria conhecê-la e ele disse: "Ai é? ela é muito minha amiga". Aí ele fez as primeiras apresentações e passamos a nos falar por telefone. Bem, acabei em Lisboa, num encontro muito divertido, mas não tão divertido como os muitos outros que se sucederam, que acabaram nos transformando em amigas de infância.Entrevista: Alice Vieira
"Se dá trabalho também dá prazer" Alice Vieira, escritora há 30 anos, está de parabéns “por tantos e tão bons livros”, slogan da megacampanha que a Leya lhe preparou em surpresa. Até o neto dar o alarme.
Correio da Manhã – Como é que "uma escritora de manias" mas sem "a mania das grandezas" lida com uma megacampanha que inclui posters e crachás...
– Além do merchandising, a editora vai enviar um livro seu para Timor por cada postal que uma criança lhe escreva... Ideia sua?
– Foi. Achei boa ideia ligar a minha paixão pela escrita à minha paixão por Timor... Timor só suscita reacções extremas: ou se odeia ou se ama. Senti que ia ficar ligada desde o momento em que pisei aquela terra. E as pessoas são tão cativantes, abraçam-nos, querem sempre aprender mais. A única coisa que vi as crianças pedir foi lápis.
– Este é o Ano Alice Vieira?
– É uma relação diferente da que tenho com o resto da minha produção. Acho que devia ter usado outro nome, não como pseudónimo, mas como heterónimo porque, em poesia, sou mesmo outra pessoa.
Dina Gusmão
sexta-feira, 24 de julho de 2009
A grande arte do Brasil
A massificação procura baixar a qualidade artística para a altura do gosto médio. Em arte, o gosto médio é mais prejudicial do que o mau gosto... Nunca vi um gênio com gosto médio.
quinta-feira, 23 de julho de 2009
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Exercendo a criatividade com humor
Acho que, se comercializarem esta sombrinha, compro uma.
A piada é que ouço há anos meu marido propor esta insólita criação, só que para colher de sopa. Acho que copiaram a idéia dele em versão oriental
Esta é de utilidade impar, principalmente em certas palestras.
domingo, 19 de julho de 2009
Museu de Arte de Narukawa
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Ilustração em livros infantis japoneses
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Ikebanas
terça-feira, 14 de julho de 2009
Haiku e paisagens
OUTONO
Que pousou na tarde?
Lençol de seda? Uma garça?
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Imagens do Japão
sábado, 11 de julho de 2009
Por um Brasil literário
O Japão e eu

Completa surpresa o bolo de aniversário (gostosíssimo) que Sachiko fez pra mim, sem falar do jantar. Na foto abaixo Massan-Kan (muito fofo),Yossiuri , Sachiko, Noburu, por trás dele Tomoê, ao lado Mai-San e eu. Na outra foto Sutô-San e Hara-San. Esses queridos amigos me hospedaram em Odawara.


Odawara é uma cidade bonita de se ver. Lá podemos encontrar o Japão tradicional e moderno. O castelo de Odawara foi residência da família do senhor feudal Hojo.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
É amanhã
quinta-feira, 11 de junho de 2009
FNLIJ 2009

quinta-feira, 28 de maio de 2009
Lançamento e encontro
terça-feira, 26 de maio de 2009
Dicionário Amoroso da Língua Portuguesa
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Acácia pró-África
segunda-feira, 18 de maio de 2009
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Maingueneau no Brasil
Faculdade de Letras da UFRJ
Encontro com o grupo de pesquisa CIAD-RIO
Tema: les possiblilités qu'offre à la didactique la problématique de l'aphorisation
As conferências proferidas na Biblioteca Nacional e na Faculdade de Letras são abertas a todos os interessados:
Quarta-feira, 27 de maio
11.00 – 12.30, auditório G-1 da Faculdade de Letras da UFRJ
Conferência: A questão do autor em uma perspectiva de Análise do Discurso
Quinta-feira, 28 de maio
9.30 - 10.30, Fundação Biblioteca Nacional, Auditório Machado de AssisConferência: A imagem do autor
quinta-feira, 14 de maio de 2009
As duas Venezas

segunda-feira, 11 de maio de 2009
Do Gustavo
domingo, 10 de maio de 2009
Do Ondjaki

terça-feira, 5 de maio de 2009
Altamente Recomendável
domingo, 3 de maio de 2009
Augusto Boal
Do oprimido
Opressor e oprimido
Nós de uma mesma trama
Fios de um mesmo tecido
Oprimido e opressor
Têm o tom diluído
Quando o palco dá espaço
À voz de lá, do outro lado
Opressor e oprimido
Ganham novo sentido
No espaço teatral
Quem transforma
Se transforma
Qualquer um é um ator
Na arte de Augusto Boal
______________________
02 de maio de 2009 - morre Augusto Boal
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Setembro em Munique
sábado, 25 de abril de 2009
Almodôvar e Idade Média
A vila de Aljezur, vista do castelo homônimoquarta-feira, 15 de abril de 2009
Faces de Eva
terça-feira, 14 de abril de 2009
Coimbra de Pedro e Inês
Com as alunas da ESEC











































